Era uma vez um homem que não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material. Certo dia, já cansado e irritado por ter trabalhado muito além do seu horário, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos, dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer. Muito nervoso, e após insistência da criança, ele resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade diante daquele momento era tão grande, que ele acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregou à criança, que agradeceu e saiu dali às pressas.
Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e que se sua mãe tomasse aquele xarope teria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança, mas não conseguiu. Sem saber o que fazer, com a consciência pesada, se ajoelhou e começou a chorar dizendo: "Deus, se você realmente existir, não me deixe passar por assassino. "De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo. Ao virar o rosto, viu a criança dizer: "Por favor, não brigue comigo, mas eu caí e quebrei o vidro do remédio. Será que dá para o senhor me dar outro?"
Fica a lição : Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." Ro 8.14 .
terça-feira, 20 de outubro de 2009
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